Echeveria elegans cultivada em vaso, com rosetas e haste floral

Fotografia identificada. Créditos e licença ao final da ficha.

Catálogo botânico

Echeveria elegans

Luminosidade

,

Dificuldade

Necessidade de rega

baixa

Cães e gatos

Tóxica para animais Não tóxica, segundo a fonte Segurança não confirmada

Família Crassulaceae

Cultivo

Cuidados que fazem a diferença.

Luz

Sol pleno com adaptação gradual. Avaliar proteção no período de calor mais intenso.

Água

Avaliar a secagem do substrato antes de regar. Molhar o substrato e deixar escorrer; evitar água parada no cachepô. Não estabelecer um intervalo fixo para todos os climas.

Substrato

Mistura estruturada e drenante para suculentas, com material mineral apropriado. Usar vaso com furos.

No frio

Proteger de geadas e umidade persistente no frio. Ajustar a rega à secagem e ao crescimento observado.

Porte e floração

Folhagem até cerca de 10 cm de altura; largura de referência de 10 a 50 cm para a touceira. As medidas não representam o diâmetro de uma única roseta e excluem hastes florais.

Flores rosadas com pontas amarelas. Floração sazonal, com época variável conforme clima e cultivo.

Convivência com animais

Classificada pela ASPCA como não tóxica para cães e gatos. Não incentivar ingestão. Confirmar a identificação da espécie.

Como reconhecer

Rosetas compactas de folhas carnosas, verde-claras a azuladas, formam touceiras de crescimento baixo. As flores rosadas com pontas amarelas ficam acima da folhagem.

A expansão da touceira não corresponde ao diâmetro de uma única roseta. Diferencie também o porte das folhas da altura das hastes florais.

Como multiplicar

Métodos registrados para esta espécie:

  • Folhas
  • Estacas de caule
  • Divisão de brotos
  • Sementes

Compare também: Echeveria agavoides e Echeveria pulvinata .

Fotos: Megan Hansen , CC BY-SA 2.0 ; stephen boisvert , CC BY 2.0 .

Consulta e revisão

Fontes da ficha

Ficha atualizada em 14.10.2026 . A dificuldade de cultivo considera o contexto doméstico.